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Vitaminas no Esporte

Conheça algumas curiosidades sobre as vitaminas e seus efeitos nos organismo.


Vitamina A: A ausência dessa vitamina em nosso organismo aumenta a probabilidade de infecções bacterianas, parasitárias e virais em razão da reduçao de linfócitos T circulantes. Atua na manutenção da integridade das membranas mucosas.
Pode ser encontrada em alimentos como: cenoura, abóbora, fígado, melão e brócolis.

Vitamina C: Por se tratar de uma vitamina antioxidante é capaz de estimular a resistência às infecções por meio da atividade imunológica de leucócitos, vez que aumenta a produção das células de defesa que possuem efeito direto sobre bactérias e vírus. Facilmente destruída pelo calor e pela luz, deve-se ser consumida de imediato.
Pode ser encontrada em alimentos como: morango, acerola, limão, laranja, caju, vejetais folhosos e tomate.

Vitamina E: Protege as membranas celulares contra substâncias tóxicas e dos radicais livres, retardando o envelhecimento, atuando como antioxidante. Pode ser encontrada em alimentos como: arroz, nozes, amêndoas, castanha-do-párá, germe de trigo, vejetais folhosos e legumes.

Cromo, vanádio e zinco: melhora na sensibilidade à insulina (especialmente para as pessoas com diabetes tipo 2).

Carboidrato: ingestão de quantidades adequadas de carboidrato antes, durante e após o exercício impede a hipoglicemia resultante do exercício.

Glicerol: previne a desidratação durante o exercício e quando a hiperglicemia está presente.

08:48 | Posted in | Read More »

O FUMO E ATIVIDADE FÍSICA




O fumo dificulta o processo respiratório e essa dificuldade é tanto mais intensa na razão direta do número de cigarros / dia e do tempo em anos de tabagismo. Quanto mais cigarros por dia e quanto maior a duração do vício, maior será o risco de problemas cardiopulmonares futuros.

Assim fica evidente que os efeitos maléficos são menos pronunciados nas pessoas jovens, porém, a prevenção é o melhor caminho.
Fisiologicamente o prejuízo do fumo na performance do indivíduo está associado:

1. a uma respiração mais difícil por causa da irritação dos brônquios dos pulmões;

2. a um custo energético adicional ao exercício provocado pelo maior trabalho das vias aéreas e dos músculos respiratórios;

3. mesmo aumentado o trabalho pulmonar, haverá diminuição na absorção do oxigênio e isso provocará uma redução da quantidade de oxigênio nos músculos, isto ocorre por que a a hemoglobina do sangue carrega tanto o oxigênio como o monóxido de carbono, mas ela tem mais afinidade pelo monóxido do que pelo O2. Como uma das conseqüências do tabagismo é a produção de monóxido de carbono, que vai diminuir então a quantidade de oxigênio, carregado pela hemoglobina. Essa diminuição é da ordem de 5% a 10%(Oliveira,87).

4. a nicotina também destrói parte da vitamina C que é de grande importância para o nosso organismo.
Ao iniciar a prática de atividades físicas é importante que você faça uma avaliação física, para que possa avaliar o nível de condicionamento físico que você se encontra, possíveis restrições ao esforço, alterações posturais, desequilíbrios musculares; para aí sim realizar exercícios com segurança.

A prática regular fará você entre outras, melhorar a sua condição cardiopulmonar que lhe trará benefícios bastante significativos para a sua saúde. Tudo isto, se estiver associado a diminuição no consumo de cigarros por dia.

Procure praticar atividade física pelo menos três vezes por semana durante 30 minutos em atividades moderadas e regulares. Atividades físicas moderadas são aquelas que aumentam um pouco os batimentos do coração, deixam você aquecido e respirando um pouco mais rápido do que o normal, mas sem dificuldade.

Exemplos:

Andar - 3,2 km/30min

Hidroginástica - 30 min

Nadar - 20 min

Pedalar - 6,4 km/15 min

Pular Corda - 15 min

Correr - 2,4 km/ 15 min

Subir escadas - 15 min

Limpar/lavar carros - 45/60 min

Lavar vidros/chão - 45/60 min

Jogar voleibol - 45 min

Jardinagem - 30/45 min

Dança rápida - 30 min

Empurrar carrinho de bebê - 2,4 km/30 min


E ENTÃO VAMOS COMEÇAR A TREINAR!!!!!!!!!!!!!

08:48 | Posted in | Read More »

Alimentos podem ajudar na saúde mental


A ingestão de alimentos corretos pode melhorar a saúde mental, afirma um estudo realizado na Grã-Bretanha.
A pesquisa contou com a participação de 200 pessoas e mostrou que, em 88% dos casos, uma mudança na dieta ameniza sintomas de doenças mentais.
Vinte e seis por cento apresentaram mudanças significativas na alteração de humor; 26% nos ataques de pânico e ansiedade e 24% em depressão.
Os pesquisadores do Projeto de Alimentos e Humor - de uma organização britânica chamada Mind (Mente) - classificam os alimentos como "promotores do estresse" e "promotores do humor" que, respectivamente, levariam a uma piora e a uma melhora do sistema de funcionamento da mente.

Sensações

Apesar de provocarem uma boa sensação assim que são ingeridos, açúcar (num índice de 80%), cafeína (79%), álcool (55%) e chocolate (53%) são os principais promotores do estresse.
Os promotores do humor incluem água (80%), verduras (78%), frutas (72%) e peixes oleosos (52%).
Comer com regularidade e fazer um café da manhã reforçado também são formas de fortalecer a saúde mental.
Pelo menos um terço das pessoas avaliadas descreveram que melhorias em seu humor estavam associadas à ingestão de certos tipos de alimentos.

A prática de exercícios físicos também auxilia o processo.

08:47 | Posted in | Read More »

Barriga de chope: os riscos para a saúde


A gordura abdominal, conhecida também como: barriga de cerveja (ou de chopp), pochete, pneu, panceps, entre outras denominações populares, não é apenas um problema estético, mas um grande problema para a saúde da população. Recentemente o Ibge divulgou um estudo em que 50,1% dos homens e 48% das mulheres acima dos 20 anos estão acima do peso segundo o IMC (fórmula que usa peso e altura para estabelecer estado nutricional). Isso demonstra uma mudança no perfil nutricional da população.

Antes o problema era a desnutrição infantil, agora, o problema é a obesidade infantil. E se a população agora adulta pertence ao período de um número maior de desnutrição infantil, é melhor nem imaginar o futuro das crianças obesas.

Com esta mudança de perfil nutricional, a expectativa de vida que só cresceu nos últimos 100 anos pode começar a cair, pois o excesso de peso acarreta problemas de saúde como: hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia, diabetes, hipertensão arterial, infarto, entre outras doenças, que podem levar à morte mais precocemente.

E uma grande vilã deste novo momento, é a gordura abdominal. A associação do sedentarismo com uma alimentação desbalanceada resulta em aumento de peso, que muitas vezes leva ao acúmulo de gordura na região abdominal. E esta gordura já é classificada como um fator de risco para doenças do coração.

A Diretriz Brasileira da Sociedade de Cardiologia recomenda que a circunferência abdominal (a fita métrica deva estar em cima da cicatriz umbilical) deve estar abaixo de 90 cm nos homens, e abaixo de 80 cm nas mulheres. E eu posso afirmar pela minha experiência em consultório que grande parte da população está bem acima do valor recomendado.

Sabendo que o problema da barriga proeminente é mais do que estético e sim um enorme risco pra saúde, podendo levar até mesmo a morte, qual a solução para resolver este problema?

Soluções - A regra para solucionar o problema é clara: mudança de estilo de vida. O que significa isso? Dieta adequada, atividade física e repouso adequado. A associação destes itens resulta em uma diminuição significativa da gordura abdominal e dos níveis sanguíneos de colesterol, triglicérides e glicose, além de melhorar os níveis de pressão arterial.

A dieta ideal segue as seguintes premissas:
  • pouca gordura animal: trocar leite integral pelo desnatado, não consumir

  • carnes gordas e jamais comer a gordura da picanha e a pele do frango;

  • rica em fibras: consumir pelo menos quatro porções de legumes, verduras e frutas por dia;

  • pobre em açúcar simples: evitar tudo que contenha açúcar em sua

  • composição como os doces, bolos, sorvetes.

  • pobre em ácidos graxos trans: não consumir alimentos indrustrializados que contenham gordura vegetal hidrogenada;

  • rica em ácidos graxos insaturados: que são os famosos ômega 3 (soja, canola, linhaça, peixes de águas frias) e ômega 6 (óleos vegetais de soja, milho e girassol);

  • rica em antioxidantes: encontrados nas frutas, legumes e verduras, grão, sementes, castanhas, ervas, chás.

    Associada a uma dieta adequada, é importante realizar atividade física de três a seis vezes por semana, de 30 minutos a uma hora. A atividade irá aumentar o consumo de calorias pelo corpo, o que resulta em emagrecimento. É sempre importante lembrar que antes de iniciar uma atividade física um médico deve ser consultado para a realização de exames que avaliam a condição física do praticante e indica a atividade liberada para cada pessoa.

    Seguindo estas dicas, quem sabe no próximo resultado do Ibge conseguiremos melhorar um pouco este valor assustador de metade da população acima do peso.
  • 08:47 | Posted in | Read More »

    Cãibras sinalizam desequilíbrio de nutrientes no organismo



    Você pode estar parado, andando, praticando esportes ou até dormindo, não importa! Basta uma oportunidade e lá vem a danada da cãibra para te incomodar.

    A dor intensa, que parece uma fisgada, pega qualquer um de surpresa. Caracterizada pela contração dolorosa e involuntária dos músculos, a cãibra é um problema comum que apesar de não sinalizar nenhuma doença grave, funciona como um termômetro que mede o equilíbrio de água e nutrientes no nosso organismo.

    “Quando ela surge, é sinal de alguma deficiência”, explica o fisiologista da Unifesp Raul Santo. Para prevenir o incômodo, medidas simples como alongamento e dieta equilibrada são fundamentais.

    “Ela é involuntária e dolorosa, porém, se você tomar cuidados como alongar antes de qualquer exercício e usar o sapato adequado, por exemplo, já consegue evitar o problema”, afirma o fisiologista.

    O que acontece na hora da cãibra?

    A cãibra é uma contração parcialmente involuntária dos músculos que ocorre em função do desequilíbrio hidroeletrolítico da área onde a dor aparece, ou seja, quando sentimos cãibra, nosso organismo está dando sinais de que é preciso repor a água e os sais minerais, como potássio e sódio, nesta região.

    Por isso sua incidência é comum durante ou após a prática de exercícios físicos, após muitas horas em pé e até na hora do sexo. “Como não se caracteriza como doença, a cãibra não causa complicações graves e seus sintomas são basicamente dor e forte contração do local”, explica Raul Santo.
    Por que ela aparece mais nos pés, dedos e panturrilha?

    Embora possa acontecer em outras partes do corpo, a cãibra atinge mais os dedos e toda a superfície dos pés e panturrilha em função do desgaste maior que estas áreas sofrem.

    Como são regiões em constante movimento, acabam perdendo seus nutrientes com maior rapidez, daí o fato de serem o foco. “Como usamos pernas e pés com frequência, gastamos todo o combustível disponível ali, fazendo o corpo reagir mandando sinais de que é preciso repor os nutrientes”, explica o fisiologista.

    “Calçados impróprios para caminhar ou praticar exercícios e uma dieta desregulada podem tornar o problema mais frequente”.

    E quando ela aparece no meio da noite?

    Se a cãibra é uma consequência do esforço muscular de determinadas regiões, porque ela aparece quando dormimos, e portanto, num momento de relaxamento?

    Isso acontece porque na hora do sono nosso corpo relaxa e faz um balanço de tudo o que gastou e repôs ao longo do dia e, quando há falta de algum nutriente, ele reage mesmo se estamos dormindo. Outra situação provável durante o sono é o relaxamento brusco do músculo contraído durante todo o dia.

    “O corpo está reagindo ao que não apresenta equilíbrio ou sofreu o impacto do relaxamento brusco provocado pelo sono depois de um dia inteiro de contrações”, explica.

    Banana sim, mas sem exageros

    Quem já não ouviu dizer que comer banana ajuda a evitar cãibras? Mas será que é verdade? O fisiologista Raul Santo explica que como é rica em potássio, um dos principais minerais responsáveis pelo equilíbrio hidroeletrolítico, ela ajuda bastante na prevenção da contração, porém, se não houver a reposição dos demais nutrientes e sais minerais, a medida não é suficiente.

    “A fruta é excelente para cãibra, mas seu efeito se torna ainda mais poderoso, se aliado a reposição das demais substâncias necessárias para se alcançar o equilíbrio hidroeletrolítico, inclusive a água”, diz Raul.
    Tratamento

    O melhor tratamento para a cãibra é alongar a área na hora da contração. Segundo o fisiologista, esta prática estimula a circulação no local e promove a irrigação das veias e a reposição dos nutrientes perdidos, acabando com a dor.

    “Quando damos aquela puxadinha na ponta dos dedos, principalmente o dedão, ou esticamos a batata da perna, estamos alongando os músculos desnutridos e proporcionado a reposição de vitaminas e sais minerais através da irrigação do sangue no local, daí a dor ir embora. Mas perceba o sinal de alerta. Quando as cãibras se tornam frequentes e contínuas, é melhor procurar um ortopedista e um fisiologista, pois, o problema pode estar relacionado a outros problemas de postura ou articulação”, diz Raul.

    Cuidados que ajudam a evitar a dor

    A cãibra está diretamente ligada aos nossos hábitos de vida e é por isso que medidas simples conseguem diminuir a frequência do problema.
    “A combinação para afastar a cãibra é manter alimentação equilibrada, hidratação e condicionamento físico”, explica o fisiologista da Unifesp.

    - Usar calçados adequados e confortáveis para práticas esportivas ou para quem fica muito tempo em pé

    -Manter uma dieta equilibrada com as vitaminas e sais minerais necessários para nossa saúde

    -Tomar muita água

    -Fazer alongamento e aquecimento sempre que for fazer exercícios físicos e antes e depois da rotina pesada do dia a dia.

    -Procurar ajuda médica se as dores persistirem por muito tempo

    -Respeitar seu limite físico para não causar dores por exaustão

    -Evitar alimentos e bebidas diuréticas para amenizar a perda de nutrientes

    FONTE: http://cliquesaude.com.br/

    08:46 | Posted in | Read More »

    Os benefícios do chocolate para o coração


    O período em que se comemora a Páscoa estimula ainda mais o consumo de chocolate - a guloseima favorita de muitas pessoas. Aliado a sensações de prazer e bem-estar, rico em carboidratos e excelente fonte de energia, o chocolate também beneficia a saúde do coração, pois contém o flavonóide, uma substância antioxidante presente na semente do cacau. Quando absorvido, a substância ajuda na redução da formação de placas de gordura e diminui a oxidação do colesterol ruim beneficiando o funcionamento do coração.

    Um relatório apresentado pela Associação de Cardiologia dos Estados Unidos afirma que o chocolate ajuda a reduzir os riscos de ataque cardíaco e diminui a tendência de coagulação das plaquetas e de obstrução dos vasos capilares. “Embora sejam comprovados os benefícios do chocolate para as doenças cardiovasculares, é importante ressaltar que o consumo deve ser em pequenas quantidades, uma vez que o chocolate contém gordura saturada e açúcar que, em excesso, podem trazer efeitos nocivos à saúde”, afirma Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração.

    A fabricação do chocolate depende de três componentes: o licor de chocolate ou massa de cacau, a manteiga de cacau (óleo de theobroma), o açúcar e o leite. A gordura da manteiga de cacau, o leite e o açúcar são os principais ingredientes que agregam gordura e calorias ao chocolate. Por ser vegetal, a gordura da manteiga de cacau não contém colesterol e o percentual de gordura saturada e insaturada em sua constituição está dentro das recomendações estabelecidas pela Associação Americana de Cardiologia (AHA). Porém é necessário avaliar o rótulo do produto. Em uma porção de 25g com até, aproximadamente, 120 calorias, 4,5 g saturada, ausentes em colesterol e açúcar, é uma boa opção.

    De acordo com a nutricionista , sendo o chocolate um alimento naturalmente calórico devemos considerar a presença de alguns ingredientes extras como, castanhas, avelã, amendoim e recheios variados o que acrescenta energia ao produto. – “O consumo de chocolate irá depender do valor calórico total da dieta, um consumo moderado de chocolate é de 30 gramas (1 barra pequena) de chocolate amargo (70-80% de cacau) por dia”, completa.

    08:45 | Posted in | Read More »

    Estresse

    Na segunda quinzena de julho, o mundo surpreendeu-se com a notícia de que a espaçonave russa, a estação espacial Mir (paz), ficara sem energia por uma ordem errada do comandante Vladimir Tsibliev. O médico, que cuida dos tripulantes, Igor Goncharov, explicou, com a maior naturalidade, que o engano fora resultante do estresse do comandante. Nunca a palavra estresse ganhou tamanha notoriedade em circunstâncias tão dramáticas.


    E o que é estresse?

    Não há ainda uma definição para o mesmo nos compêndios de patologia médica. É o dicionário Aurélio que nos diz que o estresse (em bom português) é "o conjunto de reações do organismo a agressões de ordem física, psíquica, infecciosa, e outras capazes de perturbar a homeostase" (equilíbrio).

    Hoje o termo estresse é amplamente usado na linguagem atual e nos meios de comunicação. Designa uma agressão, que leva ao desconforto, ou as conseqüência desta agressão. É uma resposta a uma demanda, de modo certo ou errado.

    O estresse corresponde a uma relação entre o indivíduo e o meio. Trata-se, portanto, de uma agressão e reação, de uma interação entre a agressão e a resposta, como propôs o médico canadense Hans Selye, o criador da moderna conceituação de estresse. O estresse fisiológico é uma adaptação normal; quando a resposta é patológica, em indivíduo mal-adaptado, registra-se uma disfunção, que leva a distúrbios transitórios ou a doenças graves, mas, no mínimo agrava as já existentes e pode desencadear aquelas para as quais a pessoa é geneticamente predisposta. Aí torna-se um caso médico por excelência. Nestas circunstâncias desenvolve-se a famosa síndrome de adaptação, ou a luta-e-fuga (fight or flight), na expressão do próprio Selye.

    Segundo a colocação dada ao estresse por este autor, num congresso realizado em Munique, em 1988, "o estresse é o resultado do homem criar uma civilização, que, ele, o próprio homem não mais consegue suportar".

    E, em se calculando que o seu aumento anual chega a 1%, e que hoje atinge cerca de 60% de executivos (veja uma pesquisa anexa), pode-se chamar de a "doença do século" ou, melhor dizendo, " "a doença do terceiro milênio". Trata-se de um sério problema social econômico, pois é uma preocupação de saúde pública, pois ceifa pessoas ainda jovens, em idade produtiva e geralmente ocupando cargos de responsabilidade, imobilizando e invalidando as forças produtivas da nação; e é mais importante ainda no Brasil que, por ser um país ainda jovem, exclui da atividade pessoas necessárias ao seu desenvolvimento. Não se sabe exatamente a incidência no Brasil, mas nos
    Estados Unidos gastam-se de 50 a 75 bilhões de dólares por ano em despesas diretas e indiretas: isto dá uma despesa e 750 dólares por ano por pessoa, que trabalha.

    A vulnerabilidade hereditária, mais a preocupação com o futuro, num tempo de incertezas, de um o país que estabiliza a moeda, mas aumenta o número de desempregados, ao mesmo tempo em que a qualidade de vida piora, existem os medos do envelhecimento em más condições, e do empobrecimento, além de alimentação inadequada, pouco lazer, a falta de apoio familiar adequado e um consumismo exagerado. Todos são fatores pessoais, familiares, sociais, econômicos e profissionais, que originam a sensação de estresse e seu conseqüente desencadeamento de doenças, de uma simples azia à queda imunológica, que pode predispor infeções e até neoplasias.

    A Universidade de Boston elaborou um teste rápido e auto-aplicável (anexo), onde você pode "medir" o nível de seu estresse. Se você passou incólume, pare de ler o artigo. Mas, se você se "encontrou" nos ítens apontados, mesmo em nível baixo, siga cuidadosamente a exposição.




    O Que Provoca o Estresse ?


    São os grandes problemas da nossa vida que, de modo agudo, ou crônico, nos lançam no estresse. Diversos pesquisadores notaram que a mudança é um dos mais efetivos agentes estressores. Assim, qualquer mudança em nossas vidas tem o potencial de causar estresse, tanto as boas quanto as más. O estresse ocorre, então, de forma variável, dependendo da intensidade do evento de mudança, que pode ir desde a morte do cônjuge, o índice máximo na escala de estresse, até pequenas infrações de trânsito ou mesmo a saída para as tão merecidas férias.
    Certos eventos em nossas vidas são tão estressantes, que caracterizam a situação de trauma (lesão ou dano) psíquico. Recentemente as ciências mentais reconheceram uma nova síndrome, batizada de Distúrbio de estresse pós-traumático, uma verdadeira doença, pertencente ao estudo da angústia. Tornou-se bem sistematizada a partir da volta dos "viet-vets", ou veteranos da guerra do Vietnam. Esta doença ocorre com quadros agudos de angústia, grave e até invalidante, quando a ex-vítima é exposta a situações similares, tornando a desencadear todos os sintomas ansiosos severos, que conheceram durante a violência a que estiveram submetidos: são os "flash-backs", que revivenciam as situações traumatizantes.
    Isto não é aplicado apenas a veteranos de guerra; vejam-se os crescentes índices de violência urbana e as suas vítimas, que vivem quadros de desespero permanente, quando não atendidos adequadamente em serviço psiquiátrico de reconhecida competência na área. Bombas, acidentes automobilísticos ou aéreos, desabamentos, assaltos com extrema violência, sequestros prolongados, estupros, etc. são causas comuns do distúrbio de estresse pós-traumático. O tratamento costuma ser demorado, mas tende a um bom prognóstico.


    Quais São as Bases Funcionais do Estresse ?

    Da Silva, um cirurgião americano do século passado, foi o primeiro a perceber que soldados feridos só caíam prostrados após alcançarem a meta: isto é, lutavam ainda sob efeito de 'adrenalina'. O fisiologista Walter Cannon observou que as reações alerta/luta e fuga em animais desencadeavam um maciço aumento das catecolaminas urinárias (substâncias decorrentes do metabolismo da adrenalina).
    O cientista que estudou pela primeira vez o estresse, Hans Selye descreveu uma resposta fisiológica generalizada ao estresse, caracterizada pela seguinte seqüência:
    • A percepção de um perigo eminente ou de um evento traumático é realizado pela parte do cérebro denominado córtex; e interpretado por uma enorme rede de neurônios que abrange grandes partes do encéfalo, envolvendo, inclusive, os circuitos da memória;
    • Determinada a relevância do estímulo, o córtex aciona um circuito cerebral subcortical, localizado na parte do cérebro denominada sistema límbico, através das estruturas que controlam as emoções e as funções dos sistemas viscerais (coração, vasos sanguíneos, pupilas, sistema gastrointestinal, etc.) através do chamado sistema nervoso autônomo. Estas estruturas são a amígdala e o hipotálamo, principalmente. A ativação dessas vias vai causar alterações como dilatação pupilar, palidez, aceleração e aumento da força das batidas cardíacas e da respiração, erecção dos pelos, sudorese, paralisação do trânsito gastrointestinal, secreção da parte medular das glândulas adrenais (adrenalina e noradrenalina), etc.; e que constituem os sinais e sintomas da ativação tipo luta-ou-fuga descrevidos por Cannon;
    • Ao mesmo tempo, o hipotálamo comanda uma ativação da glândula hipófise, situada na base do cérebro, com a qual tem estreitas relações. No estresse, o principal hormônio liberado pela hipófise é o ACTH (o chamado hormônio do estresse), que, carregado pelo sangue, vai até a parte cortical (camada externa) das glândulas adrenais (situadas sobre os dois rins), e provocando um aumento da secreção de hormônios corticosteróides. Estes hormônios têm amplas ações sobre praticamente todos os tecidos do corpo, alterando o seu metabolismo, a síntese de proteinas, a resistência imunológica, as inflamações e infecções provocadas por agressões externas, etc. O seu grau de ativação pode ser avaliado medindo-se a quantidade de cortisol no sangue.
    • Essa descarga dupla de agentes hormonais de intensa ação orgânica: de um lado a adrenalina, pela medula da adrenal, e de outro, os corticóides, pela sua camada cortical, levaram os cientistas a caracterizar essas glândulas como sendo o principal mediador do estresse.
    Essas respostas são normais em qualquer situação de dano, perigo, doença, etc. Assim, dizemos que existe um certo nível de estresse que é normal e até importante para a defesa do organismo, ao qual denominamos de eustress. O perigo para o organismo passa a ocorrer quando a ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal se torna crônico e repetido. Nesse momento, começam a surgir as alterações patológicas causadas pelo nivel constantemente elevado desses hormônios.
    Assim, reconhece-se que o estresse tem três fases, que se sucedem quando os agentes estressores continuam de forma não interrompida em sua ação:
    • A fase agudaEsta é a fase em que os estímulos estressores começam a agir. Nosso cérebro e hormônios reagem rapidamente, e nós podemos perceber os seus efeitos, mas somos geralmente incapazes de notar o trabalho silencioso do estresse crônico nesta fase.
    • A fase de resistênciaSe o estresse persiste, é nesta fase que começam a aparecer as primeiras conseqüências mentais, emocionais e físicas do estresse crônico. Perda de concentração mental, instabilidade emocional, depressão, palpitações cardíacas, suores frios, dores musculares ou dores de cabeça freqúentes são os sinais evidentes, mas muitas pessoas ainda não conseguem relacioná-los ao estresse, e a síndrome pode prosseguir até a sua fase final e mais perigosa:
    • A fase de exaustãoEsta é a fase em que o organismo capitula aos efeitos do estresse, levando à instalação de doenças físicas ou psíquicas.

    Problemas Causados pelo Estresse

    O estresse pode ser causador e/ou agravador de uma série de doenças, que vão da asma, às doenças dermatológicas, passando pelas alérgicas e imunológicas; todas elas relacionadas de alguma forma à ativação excessiva e prolongada do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal.
    Na área do sistema digestivo, é sabido por todos que o estresse pode desencadear desde uma simples gastrite, até uma úlcera: o famoso cirurgião Alípio Corrêa Neto, da USP e da Escola Paulista de Medicina (hoje Universidade Federal de São Paulo), dizia que se alguém afirmasse, há 20 anos atrás, que a úlcera péptica era psicossomática (leia-se somatoforme), ririam dele; hoje, se deixasse de dizê-lo, ririam dele.
    Mas, é principalmente a nível de coração, ou mais precisamente, a nível das coronárias, que o estresse pode ser um matador silencioso.
    Uma ativação repetida e crônica do sistema nervoso autônomo, numa pessoa que já tenha problemas de lesão da camada interna das arterias coronárias (aterosclerose), provocadas por fumo, gordura excessiva na alimentação, obesidade ou colesterol elevado, etc., vai levar a muitos problemas, tais como:
    • diminuição do fluxo sangüineo adequado para manter a oxigenação dos tecidos musculares cardíacos (miocárdio). Isso leva à chamada isquemia do miocárdio, que é acompanhada de dores no coração (angina), principalmente quando se faz algum esforço, e até ao infarto do coração (ataque cardíaco), provocado pela morte das células musculares do coração, por falta de oxigênio. A adrenalina tem o poder de contrair esses vasos, agravando o problema de quem já os tem com o diâmetro reduzido pelas placas. O resultado para essas pessoas pode ser até a morte, que muitas vezes acompanha um estresse agudo.
    • Outros problemas comuns são a ruptura da parede dos vasos enfraquecidos pela placa aterosclerótica, ou a trombose (entupimento completo do vaso coronariano). Um pequeno coágulo (trombo) pode desencadear uma cascata de coagulação, que também pode levar à morte. O nível elevado de adrenalina também pode provocar alterações irregulares do ritmo cardíaco, denominadas de arritmias ("batedeira"), que também diminuem o fluxo de sangue pelo sistema cardiovascular.

    Outros sintomas


    No campo clínico (somático) os distúrbios ainda ditos 'neuro-vegetativos' são comuns: quadro de astenia (sensação de fraqueza e fadiga), tensão muscular elevada com cãibras e formação de fibralgias musculares (nódulos dolorosos nos músculos dos ombros e das costas, por exemplo), tremores, sudorese (suor intenso), cefaléias tensionais (dores de cabeça provocas pela tensão psíquica) e enxaqueca, lombalgias e braquialgias (dores nas costas e nos ombros e braços), hipertensão arterial, palpitações e batedeiras, dores pré-cordiais, colopatias (distúrbios da absorção e da contração do intestino grosso) e até dores urinárias sem sinais de infecção.
    O laboratório clínico fornece outros detalhes indicativos da intensa ativação patológica no estresse: aumento da concentração do sangue e do conteúdo de plaquetas (células responsáveis pela coagulação sangüínea), alteração do nível de cortisol, alterações de catecolaminas urinárias e alterações de hormônios hipofisários e sexuais, além dos aumentos de glicemia (açucar no sangue) e colesterol, este por conta do LDL, ou o 'mau colesterol'.

    Sintomas psíquicos

    Nas ocasiões estressantes, e mesmo fora delas, manifesta-se uma gama de reações de ordem psicológica e psiquiátrica. Ou, pelo menos temporárias, perturbações de comportamento ou exacerbação de problemas sociopáticos.

    Os problemas ansiosos com a sintomatologia clínica, além de irritabilidade, fraqueza, nervosismo, medos, ruminação de idéias, exacerbação de atos falhos e obsessivos, além de rituais compulsivos, aumentam sensivelmente. A angústia é comum e as exacerbações de sensibilidade com provocações e discussões são mais freqüentes.

    Do ponto de vista depressivo, a queda ou o aumento do apetite, as alterações de sono, a irritabilidade, a apatia e adinamia, o torpor afetivo e a perda de interesse e desempenhos sexuais são comumente encontrados.
    Existem também as "fugas", que todos conhecemos. Quando não se apela para a auto-medicação com ansiolíticos (um perigo!), a pessoa refugia-se na bebida e mesmo no consumo de drogas ilícitas de uso e abuso, além de aumentar a quantidade de cigarros fumados, quando for fumante.
    São estas as condições da derrocada à qual o estresse leva a pessoa, principalmente quando esta tiver uma personalidade hiperativa.

    Como Diminuir o Estresse ?

    Em um excelente artigo sobre estresse, principalmente no trabalho (e a maior parte de nós trabalha), o psiquiatra Cyro Masci sugere medidas profiláticas iniciais, secundárias e terciárias. Mas, em resumo, quando possível, devemos parar para pensar; para nos darmos a liberdade de termos um tempo para refletir sobre cada um de nós e seus esquemas pessoais, familiares, sociais, de trabalho, de estudos e até econômico-financeiros. Devemos reformular a vida, procurando reduzir as áreas geradoras de estresse. Um bom psiquiatra pode nos ajudar nesta tarefa.

    Muitas vezes haverá a necessidade de uso concomitante de um tratamento medicamentoso, geralmente através dos modernos antidepressivos serotoninérgicos (ISRS) com ou sem ansiolíticos e/ou beta-bloqueadores por um tempo definido: começo, meio e fim.
    Quando já existe um quadro orgânico instalado, desde uma simples gastrite a asma ou alteração cardiorrespiratória, a busca de atendimento clínico é fundamental. A correção da alteração clínica é imprescindível. E esta pode ir de um simples a complexo tratamento ou resumir-se somente às necessárias mudanças do modo de viver, incluindo lazer ou uma pequena prática esportiva constante (porque não uma caminhada diária?, que faz bem a qualquer um de nós).
    Mas, a principal atitude ainda é um alerta ao modo de viver e de trabalhar com as vivências e com as emoções que a vida nos proporciona. E aí está verdadeira e milenar sabedoria.

    08:44 | Posted in | Read More »

    CREATINA E ESPORTE

    Creatina é umas das substâncias mais utilizadas hoje no mundo esportivo. Acredita-se que é capaz de melhorar o rendimento, portanto se tornando muito popular.


    Os efeitos se baseiam no aumento da força e da velocidade em esportes no qual a fonte de energia é Alática, ou seja sem a presença de oxigênio.

    Há 3 aminoácidos envolvidos na síntese de Creatina, a arginina, a glicina e a metionina. Além da síntese endógena, a Creatina também é encontrada na dieta mista, em peixes, carnes e outros produtos animais. Em média cada quilo de carne tem de 3 a 5 gramas de Creatina.

    Um indivíduo que pesa 70kg armazena cerca de 120g de Creatina, sendo que 95% armazenada no músculo esquelético. A excreção diária média da Creatina está em torno de 2g, na urina.

    Apesar de obtermos Creatina pela alimentação, seria muito difícil atingir mais de 3 a 4 gramas por dia, onde o grande consumo de carnes, levaria inevitavelmente ao aumento de gorduras saturadas e colesterol.

    Na suplementação, a estratégia mais usada é uma dose de carga correspondente a um total de 20 a 30g de Creatina por dia, de Creatina monoidratada. Divididas em 4 a 6 doses de 5g. Por 5 a 7 dias.
    Depois, reduzir a dose de 2 a 5 g/dia, como dose de manutenção por 28 dias. Após isso, dar uma parada de no mínimo 3 meses, antes de iniciar nova dose de carga.

    Outros autores sugerem doses menores de Creatina, onde a mesma possa ter igualmente o efeito em relação a clássica dose de carga. 5 g de Creatina durante 10 semanas.

    Estudos demonstram que, combinando Creatina com carboidrato simples, como a glicose, ocorre aumento no armazenamento de Creatina no músculo em até 60%. Provavelmente esse efeito é mediado pela ação da insulina. Em geral 5 gramas de Creatina com 35 a 90 gramas de carboidrato associados.

    Já a cafeína parece exercer efeito contrário ao do carboidrato no que diz respeito ao armazenamento de Creatina. Estudos demonstram que o consumo de Creatina com cafeína interferiu de maneira negativa no efeito da suplementação de Creatina sobre o aumento das concentrações musculares, logo não houve aumento da performance.

    Especula-se que em esportes que requerem sucessivos movimentos de alta intensidade e curta duração(futebol, basquete, hóquei e tênis), incluindo logicamente provas de atletismo de 50 e 100 metros por exemplo.

    A Creatina promove aumento de massa corporal magra, aumento de força e recuperação entre esforços repetidos de alta intensidade, segundo diversos estudos mundias

    Apresentação da Creatina em comprimido, pó, jujuba e líquida.

    Efeitos colaterais apontados com maior frequência, são o aumento de massa corporal total e diarréia. Câimbra também foram relatadas naqueles atletas que treinam intensamente e sob elevadas temperaturas.

    Em relação aos aspectos legais e éticos, até hoje, a Creatina não aparece na lista das substâncias banidas pelo Comitê Olímpico Internacional(COI).

    08:43 | Posted in | Read More »

    Bebidas esportivas e energéticas



    Após intensa atividade física em montanha ou prática de esportes é comum vermos as pessoas consumindo bebidas esportivas, também chamadas de isotônicas. mas qual será a diferença entre estas bebidas e outros líquidos? Elas são, na verdade, opções práticas para a reposição de água e sais minerais, perdidos durante a atividade física.
    A correta hidratação é fundamental para o bom funcionamento do organismo e depende do consumo adequado da bebida antes, durante e depois da prática de qualquer atividade física, independentemente do seu tempo de duração. Precisamos nos hidratar para mantermos o pique em qualquer tipo de exercício. Durante a prática de uma hora de exercício intenso, a perda de líquido por meio do suor e da respiração pode chegar a volumes superiores a 1 litro.
    As bebidas isotônicas encontradas no mercado foram desenvolvidas para prevenir a desidratação e melhorar o desempenho esportivo. o termo isotônico refere-se à tonicidade, isto é, a concentração iônica de um líquido em relação ao sangue. significa que a composição desse líquido apresenta uma concentração de moléculas (osmolalidade) semelhante aos fluidos do nosso corpo e, portanto, suas substâncias podem ser incorporadas e transferidas para a corrente sangüínea.
    São bebidas isotônicas o soro caseiro, a água de coco, e as industrializadas gatorade, sportdrink, marathon, esportage, all sport ou powerade (algumas delas oferecidas na versão em pó). Podem ser consumidos por praticantes de atividade física, mas gestantes, lactantes, hipertensos, diabéticos, celíacos e pessoas com doenças renais não devem consumir o produto industrializado sem estrita orientação médica.
    A água de coco é considerada um dos melhores isotônicos naturais porque apresenta vários eletrólitos como sódio, potássio, fósforo e cloro, possibilitando uma absorção mais rápida, recuperando as perdas dos minerais, além de carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e fibras.
    Por ter a concentração de moléculas menor que a do sangue (baixa osmolalidade), a água pura é considerada uma bebida hipotônica. Ela possui muito poucos íons. diferentes das isotônicas, elas são pobres em carboidratos. É uma boa opção para ser usada após exercícios pesados, que precisam de reposição de líquido, mas sem reforço de carboidrato.
    O essencial é não ficar sem ingerir líquidos após a prática de exercícios. nosso corpo tem uma capacidade muito grande de ajustar a osmolaridade, aumentando ou diminuindo a quantidade ou concentração urinária, por exemplo, ou com outras alterações do seu metabolismo.

    Bebidas enegéticas

    Um outro tipo de bebida que ganha cada vez mais a adesão de diferentes públicos são as chamadas bebidas energéticas, que estimulam o metabolismo e tem por finalidade fornecer energia. são muitas as marcas encontradas no mercado: Red bull (líder em vendas e a primeira a entrar em vários países), Flying horse, Adrenalinrush, Atomic, Bad boy, Burn, Monster, Red devil, Powerhouse ou extasis. estas bebidas contêm substâncias como cafeína, metilxantina e vitaminas do complexo b, alem de componentes herbais como guaraná, taurina, ginseng, maltodextrina, inositol, carnitina, creatina, glucoronolactona e ginkgo biloba. enquanto algumas versões contêm altos teores de açúcar, outras são adocicadas artificialmente.
    Inicialmente a bebida energética foi desenvolvida para o público noturno, que desejava passar a noite toda dançando. hoje o perfil do consumidor é mais abrangente: jovens, estudantes e até mesmo esportistas, de diferentes idades, fazem uso dessa bebida para os mais diversos fins. os participantes de corrida de aventura ou de provas de duração prolongada, por exemplo, têm consumido estas bebidas durante competições e treinos para se manterem acordados ou buscarem melhor desempenho.
    Atualmente estas bebidas movimentam em torno de U$$ 20 bilhões por ano e suas estratégias de marketing voltam-se cada vez mais para os praticantes de esportes ou de atividades físicas em geral. não é a toa que patrocinam atletas e apóiam eventos culturais em todo o mundo.
    Apesar de bebidas energéticas não serem prejudiciais se utilizadas com moderação, com orientação média ou em situações apropriadas, é importante saber optar por marcas que não apresentem concentrações abusivas de nenhuma substância, além de entender como o corpo pode reagir ao uso das mesmas.
    De acordo com a legislação brasileira, as bebidas energéticas podem ter a adição de cafeína como ingrediente no limite máximo de 350 mg/ l. os seguintes ingredientes também são permitidos, conforme os limites máximos no produto a ser consumido: inositol (20 mg/ 100 ml), glucoronolactona (250 mg/100 ml), e taurina (400 mg/ 100 ml).
    A mais importante destas substâncias é definitivamente a cafeína, que além dos efeitos ergogênicos parece também aumentar o consumo de lipídios pelo corpo, poupando as reservas de carboidratos, o que é muito importante em exercícios de longa duração. mas fique atento porque, apesar de a cafeína aumentar momentaneamente o desempenho físico e mental, o consumo abusivo na maioria das vezes prejudica a performance, já que pode causar tremores, desordens do sono e problemas gastrintestinais.

    Hipertônicas x isotônicas

    É importante não confundir as bebidas energéticas com as esportivas. diferentes das isotônicas (esportivas) ou hipotônicas (água), as energéticas são hipertônicas, pois possuem concentração de moléculas maior que a do sangue (alta osmolalidade), além de conter grande quantidade de carboidrato, o que a caracteriza como "bebida energizante". estas bebidas, em geral, possuem grande concentração de açúcar, por isto estimulam a sede, e apresentam vitaminas hidrossolúveis, como as do complexo b.
    Lembre-se: as bebidas energéticas são diferentes das esportivas porque visam fornecer substâncias estimulantes, como açúcar ou cafeína, enquanto que as bebidas esportivas visam reabastecer eletrólitos, açúcar, água e outros nutrientes, sendo geralmente isotônicas. as hipertônicas são consumidas antes da atividade física e dão sede, enquanto que as isotônicas são usadas para matar a sede, utilizadas durante ou depois da prática esportiva.

    História curiosa

    Gatorade foi criado no campo de futebol americano pelos cientistas da Universidade da Flórida na década de 60. o treinador do time local - o Gators - pediu à equipe de cientistas da universidade comandada pelo Dr. Robert Cade achar uma solução para a queda de rendimento físico e desempenho do seu time durante os treinos e jogos que, numa região de clima tropical, eram realizados sob calor intenso. os estudos conduzidos pela equipe de cientistas do dr robert cade obtiveram como resultado uma bebida que proporcionasse a reposição rápida dos líquidos, carboidratos e sais minerais perdidos pelo organismo. a bebida que ajudou os gators a ganhar o campeonato da temporada foi posteriormente chamada de Gatorade em homenagem ao time. Desde 1988, Gatorade está no Brasil.



    08:42 | Posted in | Read More »

    EJERCICIO FISICO "PARA GENTE OCUPADA"



    Hoy en día el trabajo en oficinas es el mayor causante de contracturas, malas posiciones corporales y demás afecciones en el cuerpo. Pero también, luego de varios y extensos estudios médicos, se ha comprobado que estas malas posiciones generar un estrés corporal tan alto que puede predisponernos a contraer enfermedades.
    Un buen método para vencer el cansancio muscular, es realizar caminatas regulares cada 40 a 50 minutos y que solo nos tomen unos 5 minutos en promedio. Para mejorar la circulación de nuestro cuerpo y romper con la mala postura al estar sentados tanto tiempo.
    Un buen ejercicio para las contracturas cervicales es pararse derecho, levantar la cabeza y moverla hacia arriba y hacia abajo, en función de estirar el cuello. También es recomendable rotar hacia los lados para aflojar la nuca.
    En cuanto a los hombros y brazos, girarlos hacia atrás y hacia adelante, permitirá que se relaje la zona y además mejorará la postura.
    Con estas pautas, sólo resta consultar al Medico y despues un Profesor Educacion Fisica y empezar a trabajar.
    Hoy mismo puede cambiar tu vida!!!
    Vamos platicar ejercicios siempre !!!
    abrazos a todos !!!

    08:41 | Posted in | Read More »

    ATIVIDADE FISICA E ALIMENTAÇÃO



    Neste texto, gostaria de dar uma noção geral sobre aspectos da nutrição com relação à atividade física, lembrando que para orientações específicas e individualizadas, principalmente para atletas que desejam melhorar sua performance, é importante uma avaliação com um nutricionista.

    Todos os dias, vemos nos meios de comunicação novas dietas, suplementos alimentares e dicas nutricionais para atletas. A alimentação realmente influencia na performance da atividade física, no entanto, devemos tomar cuidado com os modismos e nos basear em dados que são comprovados.

    Ao falarmos sobre nutrição e atividade física, é importante lembrar que tudo começa com um hábito alimentar saudável com ingesta calórica suficiente para manter adequado o peso corporal. Para pessoas que fazem atividade física leve a moderada de até 60 a 90 minutos por dia, uma dieta equilibrada no dia-a-dia é suficiente, não havendo necessidade de cuidados especiais, lembrando-se apenas que se deve evitar o treinamento em jejum.

    Para atletas (profissionais ou amadores) com um ritmo de treinamento mais intenso, alguns cuidados são importantes já que o gasto energético pode ser muito alto. Por exemplo, ciclistas de elite na volta da França podem chegar a gastar até mais de 6.000 calorias por dia.



    Ingesta durante o exercício: Os carboidratos são a principal fonte de energia durante a atividade física, principalmente nas atividades aeróbias de longa duração e alta intensidade, no entanto, seus estoques no fígado e nos músculos são limitados. Por esse motivo, a sua reposição durante exercícios de alta intensidade com mais de 60 a 90 minutos pode melhorar a performance do atleta. Esta reposição deve ser feita com cerca de 30 a 60g de carboidratos por hora, podendo ser ingeridos em diversas formas disponíveis no mercado (malto-dextrina, barras, gel, etc...) conforme a preferência do atleta.
    Ingesta antes do exercício: Vale ressaltar inicialmente que nunca se deve treinar em jejum. Antes de provas, uma refeição rica em carboidratos cerca de 3 a 4 horas antes pode melhorar a performance, embora esse efeito seja discutível caso seja realizada reposição adequada durante a atividade física. Deve-se evitar a ingesta de grandes quantidades de carboidratos pouco tempo antes da prova (30 a 60 minutos), pois além de poder causar desconforto pelo estômago cheio, pode levar a uma elevação da quantidade de insulina no sangue que pode ser inadequada para a atividade física. Uma exceção seria em casos de provas logo pela manhã em que o atleta ficou a noite inteira em jejum.

    Ingesta após o exercício: Após provas ou treinamentos prolongados, é importante que o atleta faça uma ingesta maior de carboidratos para recuperar os estoques utilizados. Isto é particularmente importante em provas compostas por várias etapas ou esquemas de treinamento intenso em que o atleta terá um tempo de recuperação de até 24 horas. Esta reposição deve ser iniciada precocemente, de preferência até 2 horas após o término da prova ou treinamento e pode ser feita também com a adição de proteínas com, por exemplo, um iogurte ou uma porção de queijo.

    Suplementação protéica: É muito comum a suplementação protéica por atletas que visam aumentar a massa muscular. É verdade que atletas, principalmente os que treinam com grandes sobrecargas (pesos), apresentam uma necessidade maior de proteínas, no entanto, na maioria dos casos, essa necessidade pode ser obtida pela alimentação. Uma quantidade insuficiente de proteínas realmente pode limitar o ganho de massa muscular, porém, não há evidências que comprovem que o uso em excesso de proteínas vá causar aumento da massa muscular. Por esse motivo, a suplementação deve ser realizada apenas sob a orientação de um nutricionista.

    Suplementação de vitaminas e minerais: A utilização de multivitamínicos é muito comum entre os atletas. No entanto, na maioria dos casos, uma dieta adequada é suficiente para suprir as necessidades mesmo de atletas com treinamento mais intenso. Além disso, não existe comprovação de que a ingesta de níveis acima dos normais melhore a performance. Entre os minerais, a deficiência de ferro é o problema mais comum, sendo que algumas pessoas como atletas vegetarianos, do sexo feminino ou com treinamentos mais intensos apresentam um maior risco de desenvolver anemia por deficiência de ferro que pode levar a uma queda importante da performance. Por esse motivo, esses atletas devem ser acompanhados com maior cuidado e sempre que necessária, a reposição deve ser iniciada o mais precocemente possível. Mais uma vez, a suplementação deve ser realizada sempre com a orientação médica ou de um nutricionista.
    Por último, quando pensar em melhorar sua condição nutricional, reveja primeiro seu hábito alimentar antes de entrar em uma loja especializada e começar a tomar uma série de suplementos.

    07:25 | Posted in | Read More »

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